quarta-feira, 26 de junho de 2013

Para quem gostava de sai de baixo 4 capítulos novos




Sai de Baixo 2013



O “Sai de Baixo” está de volta em quatro episódios inéditos no VIVA. Na estreia, a história recomeça quando os moradores do Largo do Arouche, que não se reúnem há 11 anos, recebem um convite anônimo para voltarem ao antigo prédio onde viveram. Cassandra (Aracy Balabanian), Vavá (Luis Gustavo), Magda (Marisa Orth) e Caco Antibes (Miguel Falabella) não resistem e, mortos de curiosidade, vão até lá para conhecer a misteriosa anfitriã. Os episódios inéditos têm roteiro de Artur Xexéo, roteiro final de Miguel Falabella e direção de Dennis Carvalho.


Elenco
Miguel Falabella
Marisa Orth
Luis Gustavo
Aracy Balabanian
Marcia Cabrita




Em breve o 4° e ultimo Episodio
Jack – O Caçador de Gigantes(Jack the Giant Killer) (2013) BDRip e BluRay Dual Áudio/DVD-R





Sinopse
“Jack – O Caçador de Gigantes” conta da história de uma guerra antiga que se reinicia quando um jovem trabalhador do campo abre inconscientemente um portal entre o nosso mundo e uma raça de gigantes apavorantes. Soltos na Terra pela primeira vez depois de séculos, os gigantes tentam reconquistar seu território que foi perdido, forçando o jovem Jack (Nicholas Hoult) a entrar na batalha de sua vida para impedi-los. Lutando por um reino e seu povo, e pelo amor de uma corajosa princesa, ele fica frente a frente com os guerreiros incansáveis que ele pensava ser apenas uma lenda e recebe a chance de ele mesmo se tornar uma lenda também.

Ficha Técnica
Título no Brasil: Jack – O Caçador de Gigantes
Título Original: Jack the Giant Killer
País de Origem: EUA
Gênero: Ação / Aventura
Classificação etária: 10 anos
Tempo de Duração: 01h44min
Ano de Lançamento: 2013
Estúdio/Distrib.: Paramount Pictures
Direção: Bryan Singer

Elenco
Nicholas Hoult … Jack
Eleanor Tomlinson … Isabelle
Ewan McGregor … Elmont
Stanley Tucci … Roderick

Informações
Tamanho: 700 Mb
Tamanho: 800 Mb (Dual Áudio)


A Hospedeira (The Host) (2013) DVDRip




Sinopse
Melanie (Saoirse Ronan) e Jared (Max Irons) foram feitos um para o outro. Esta seria mais uma história de amor, se não fosse um detalhe: estamos no futuro, e a humanidade está quase extinta. A Terra foi invadida por alienígenas que controlam a mente e corpo dos humanos. Melanie e Jared são os últimos humanos que lutam para sobreviver. Até que Melanie é capturada pela Buscadora (Diane Kruger), que usará as lembranças de Melanie para localizar o esconderijo dos humanos. Para não revelar o esconderijo Melanie ocupa a sua mente com visões do homem que ama, desviando a atenção de Peregrina, que incapaz de se separar dos desejos de seu corpo, começa a se sentir intensamente atraída por Jared. A Hospedeira é baseado no best-seller de Stephenie Meyer.

Ficha Técnica
Título no Brasil: A Hospedeira
Título Original: The Host
País de Origem: EUA
Gênero: Romance
Classificação etária: 12 anos
Tempo de Duração: 125 minutos
Ano de Lançamento: 2013
Estúdio/Distrib.: Imagem Filmes
Direção: Andrew Niccol

Elenco
Rachel Roberts … Soul Fleur
Shyaam Karra … Soul Anshu
Brent Wendell Williams … Soul Winters
Jhil McEntyre … Soul Lake
Jalen Coleman … Soul Nafisa

Informações
Tamanho: 700 Mb
DVDRip, Avi
Legendado




BAIXAR AQUI
Ótimo Filme

Fonte : Top 10 Filmes

terça-feira, 25 de junho de 2013

Filme torrent

OZ: Mágico e Poderoso (Oz the Great and Powerful) (2013) BRRip e BluRay Dual Áudio




Sinopse
Quando Oscar Diggs (James Franco), um inexpressivo mágico de circo de ética duvidosa é afastado da poeirenta Kansas e acaba na vibrante Terra de Oz, ele acha que tirou a sorte grande – fama e fortuna o aguardam – isso até encontrar três feiticeiras, Theodora (Mila Kunis), Evanora (Rachel Weisz) e Glinda (Michelle Williams), que não estão convencidas de que Oz é o grande mágico pelo qual todos estão esperando. Relutantemente envolvido nos problemas épicos que a Terra de Oz e seus habitantes enfrentam, Oscar precisa descobrir quem é bom e quem é mau antes que seja tarde demais. Lançando mão de suas artes mágicas através de ilusão, ingenuidade e até de um pouco de magia, Oscar se transforma não apenas no grande e poderoso Mágico de Oz, mas também em um homem melhor.

Ficha Técnica
Título no Brasil: OZ – Mágico e Poderoso
Título Original: Oz the Great and Powerful
País de Origem: EUA
Gênero: Aventura
Classificação etária: Livre
Tempo de Duração: 130 minutos
Ano de Lançamento: 2013
Estúdio/Distrib.: Disney Pictures
Direção: Sam Raimi

Elenco
James Franco … Oz
Mila Kunis … Theodora / The Wicked Witch of the West
Rachel Weisz … Evanora
Michelle Williams … Annie / Glinda
Zach Braff … Frank / Finley
Bill Cobbs … Master Tinker

BAIXAR AQUI


FONTE: Top 10 Filmes

Filme para quem tem programa torrent

Meus Amigos Dinossauros (Dino Time) (2012) DVDRip Dual Áudio





Sinopse

Ernie e sua irmã Julia, descobrem na casa de seu amigo Max, a mais nova invenção do pai dele, uma máquina do tempo! Acidentalmente são tele-transportados para uma viagem no tempo através da engenhoca. O grupo retorna no tempo a 65 milhões de anos atrás, onde são confundidos como novos filhotes de uma dinossaura T -Rex chamada Tyra (Melanie Griffith) e o seu filho indisciplinado Dodger (Rob Schneider). Para voltar para casa eles terão que aprender a trabalhar em equipe e contar com a ajuda de seus novos amigos.


Ficha Técnica

Título no Brasil: Meus Amigos Dinossauros

Título Original: Dino Time

País de Origem: EUA

Gênero: Animação

Ano de Lançamento: 2012

Estúdio/Distrib.: CJ Entertainment

Direção: Yoon-suk Choi/John Kafka


Elenco

Jane Lynch … Sue

Rob Schneider … Dodger

Pamela Adlon … Ernie

Tara Strong … Julia


Informações

Tamanho: 700 Mb

DVDRip, Avi

Dual Áudio
BAIXAR AQUI

FONTE: Top 10 filmes ótimo para filmes torrent

Cratera deixada por meteoro que caiu na russia










Sempre bom ajudar a natureza




Reciclagem garrafa Pet

Sempre bom ajudar a natureza

Como fazer uma vassoura de garrafas PET passo a passo

Hoje trazemos mais uma idéia para reutilizar as garrafas PET que você iria jogar no lixo. Essa dica foi retirada do site Recicloteca.

Materiais Necessários:
  • 18 garrafas de refrigerante de plástico PET de 2 litros
  • cabo de vassoura
  • tesoura
  • estilete
  • furador
  • arame
  • martelo
  • pregos

Como Fazer:

vassoura-de-pet


1) Retire o rótulo da garrafa

2) Retire o fundo cortando com estilete

3) Faça cortes até na parte arredondada da garrafa, como mostrado na figura

4) A garrafa deverá ficar com várias tirinhas de cerca de 0,5 cm de comprimento



vassoura-de-pet2



5) Retire o gargalo com uma tesoura

6) Faça 17 peças sem o gargalo e deixe somente uma com o gargalo

7) Encaixe todas as peças sem o gargalo sobre a peça com o gargalo

8) Está formada a base da vassoura


vassoura-de-pet3


9) Corte a parte superior de outra garrafa e encaixe por cima da base que você acabou de montar

10) Encaixe com cuidado para não soltar as outras peças

11) Faça 2 furos

12) Encaixe o arame para amarrar a vassoura

vassoura-de-pet4


13) Puxe o arame até o outro lado e amarre as pontas bem firmemente com a ajuda de um alicate

14) Encaixe a vassoura em um cabo

15) Bata um prego para fixar

16) Está pronta a vassoura!





Eitaaaaaaaaaaaaaaaa




BEBÊ DE 1 ANO MATA COBRA APÓS ARRANCAR COM MORDIDA CABEÇA DO RÉPTIL







Um bebê de 1 ano matou uma cobra de 35 centímetros após arrancar com uma mordida a cabeça do réptil na última quinta-feira em Shfaram, em Israel. A criança Imad Gadir não ficou ferida, mas foi levada para o hospital por precaução, segundo o jornal “Yedioth Ahronoth”.

Quando percebeu o que tinha acontecido, a mãe do menino começou a gritar. Ao ouvir os gritos, um vizinho pulou o muro da casa, entrou no quarto e tirou a cobra da mão de Imad. “Eu ainda não consigo acreditar no que vi”, disse a mãe.

O especialista Eli Cohen estima que a cobra tinha três anos de idade. Segundo ele, a picada é dolorida, mas não é venenosa.

UOL e outros Provedores tentam enganar clientes da Oi

Bom dia pessoal!
Coloquei esse banner ai mais existem outros como uma tal de central de provedores que mal tinha instalado o meu telefone aqui já tinham tal informação da instalação assim começaram as ligações.
Primeiro liga uma atendente educada dizendo que ira passar as informações sobre meu provedor de de acesso a internet,como trabalho com informatica e conheço vários grátis disse educadamente que não havia necessidade e tal.
Porem essas ligações se tornaram constantes foram pelo menos 5 por dia só que foram mudando a estrategia ate chegar o ponto de usar a seguinte frase "Ola bom dia (tarde) eu sou fulano,quem e o responsável pela linha......Pois bem estou ligando para passar seu login e senha de acesso a internet por favor anote...."
E quando começa as perguntas básicas para aquisição de um provedor pago,não se deixem enganar a oi e outros acessos a internet possuem provedores gratuitos não a necessidade de qualquer assinatura isso e fraude das brabas com o único intuito de forçar  a compra de um produto.
Caso tenham qualquer duvida ou problemas com conexão  primeiro entrar em contato com sua operadora caso não consiga resolver com a mesma procure um técnico serio ele ira dar o suporte necessário.

Emerson Sheik já está apalavrado com o Flamengo


O Flamengo ofereceu um salário de R$ 400 mil para o atacante Emerson Sheik, do Corinthians, caso o jogador acerte com o clube. O vínculo com o Rubro-Negro seria até o fim de 2015, mas há duas situações para esse possível retorno: logo neste mês, caso consiga rescindir amigavelmente o contrato que tem com o clube paulista, que terminará no fim do ano – assim, ficaria no Fla por dois anos e meio –, ou apenas em janeiro de 2014, caso tenha que cumprir todo o acordo com o alvinegro – ficando desse modo dois anos no Fla. Neste último caso, um pré-contrato seria assinado por Sheik com o Flamengo.
O empresário de Emerson Sheik, Reinaldo Pitta, já está apalavrado com o Flamengo para acertar a volta do atacante ao clube. Apesar disto, ninguém de ambas as partes fala abertamente sobre o interesse. Isso porque o agente trabalha para que o contrato do jogador com o Corinthians seja rescindido de uma forma amigável.
O experiente jogador, de 34 anos, é um dos desejos do técnico Mano Menezes para reforçar o Flamengo na sequência da temporada. Porém, o nome de Sheik não é uma unanimidade dentro da cúpula do futebol rubro-negra. Há pessoas nos bastidores da Gávea que contestam o montante oferecido para que o atacante retorne ao clube.
Vale lembrar que Sheik foi para o Corinthians após cantar a música “Bonde do Mengão sem freio”, criada na época em que o Flamengo foi campeão do Campeonato Carioca 2011 de forma invicta, na concentração do Fluminense durante a Copa Libertadores de 2011. Este fato incomodou bastante a diretoria do Tricolor carioca, que acabou optando pela dispensa.
Um outro clube que acompanha de perto a história é o Vasco. Além dele, outras cinco equipes demostraram interesse em contar com Emerson Sheik no elenco.
Quando procurado, Reinaldo Pitta negou que tenha acontecido qualquer tipo de contato do Flamengo por Emerson Sheik. Já o diretor executivo de futebol, Paulo Pelaipe, e o vice-presidente da pasta, Wallim Vasconcellos, não foram encontrados.

fonte: Lancenet

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Segundo jornalista, Emerson acertou sua volta ao Flamengo

O jornalista Alexandre Praetzel, do programa Terceiro Tempo, postou em sua conta no Twitter que o atacante Emerson Sheik, está de saída do Corinthians e irá assinar sua volta ao Flamengo na semana que vem.
Nas últimas semanas, Emerson e Corinthians estão tendo alguns desentendimentos e a renovação fica cada vez mais difícil. O clube paulista ofereceu um ano de contrato, mas o jogador quer renovar por mais duas temporadas. Além disso, Sheik faltou ao treino na última semana  alegando problemas pessoais. A desculpa não foi bem aceita pela alta cúpula corinthiana, o que aumentou ainda mais os boatos de sua saída.

Tutancâmon



Tutancâmon (português brasileiro) ou Tutancámon (português europeu), também conhecido pela grafiaTutankhamon (m. 1 327 ou 1 323 a.C.), foi um faraó do Antigo Egito que faleceu ainda na adolescência.



Era filho e genro de Akhenaton (o faraó que instituiu o culto de Aton, o deus Sol) e filho de Kiya, uma esposa secundária de seu pai. Casou-se aos 10 anos, provavelmente com sua meia-irmã, Ankhesenamon. Assumiu o trono quando tinha cerca de doze anos, restaurando os antigos cultos aos deuses e os privilégios do clero (principalmente o do deus Amon de Tebas). Morreu em 1 324 a.C., aos dezenove anos, sem herdeiros - com apenas nove anos de trono - "o que levou especialistas a especularem sobre a hipótese de doenças hereditárias na família real da XVIII dinastia egípcia", na opinião de Zahi Hawass, secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito.

Devido ao fato de ter falecido tão novo, o seu túmulo não foi tão suntuoso quanto o de outros faraós, mas mesmo assim é o que mais fascina a imaginação moderna pois foi uma das raras sepulturas reais encontradas quase intacta. Ao ser aberta, em 1922, ela ainda continha peças deouro, tecidos, mobília, armas e textos sagrados que revelam muito sobre o Egito de 3 400 anos atrás.
Origens familiares


As fontes disponíveis sobre a vida de Tutancâmon referem explicitamente o nome do pai e da mãe deste rei. A sua origem real é certa, conforme a inscrição num bloco de pedra calcária encontrado em Hermópolis onde o rei é descrito como "filho do rei, do seu corpo".

Para alguns investigadores o seu pai foi o rei Amen-hotep III (ou Amenófis III, segundo a versão helenizada do nome), enquanto que outros defendem ter tido como pai o filho e sucessor deste, Amen-hotep IV, que mais tarde mudaria o seu nome para Akhenaton em resultado das concepções religiosas que faziam do deus Aton a divindade mais importante.

Para apoiar a tese da paternidade de Amen-hotep apontava-se as várias inscrições nos muros e na colunata do templo de Luxor, feitas no tempo de Tutancâmon, nas quais o jovem rei refere-se a Amen-hotep como seu pai. Contudo, deve ser salientado que no Antigo Egito o termo "pai" tinha um sentido amplo, podendo ser utilizado para se referir a um avô ou até mesmo a um antepassado longínquo. A ser filho de Amen-hotep VIII, poderia ter tido como mãe a grande esposa real deste soberano, Tié, mas segundo historiadores, sendo Akhenaton proscrito, era mais interessante que se pensasse que Amen-hotep III era seu pai. No túmulo de Tutancâmon no Vale dos Reis encontrou-se uma madeixa de cabelo desta rainha. Para reforçar ainda mais esta tese apontam-se as semelhanças físicas entre Tié e Tutancâmon, mas a mesma era sua avó paterna. No entanto, em recente análise de DNA dasmúmias pelo egiptólogo Zahi Hawass, ficou comprovado que o pai de Tutancâmon é o faraó monoteísta Akhenaton1

Outra hipótese relativa os progenitores de Tutancâmon, a mais aceita hoje em dia, aponta como seus pais Akhenaton e uma esposa secundária deste, Kiya. Esta rainha poderia ter uma origem estrangeira, talvez mitânia. Uma cena num relevo do túmulo de Akhenaton, no qual a família real lamenta a morte de um membro, é interpretado como uma alusão à morte de Kiya durante um parto, sendo este justamente o parto de Tutancâmon. Sabe-se pouco sobre Kiya, mas os últimos dados que se conhecem desta figura referem-se ao ano 11 do reinado de Akhenaton, data que se considera mais ou menos coincidente com o nascimento de Tutancâmon.
Reinado




Tutancâmon ascendeu ao trono aos nove anos de idade, sucedendo no cargo a Semenkhkare, rei sobre o qual se sabe muito pouco (segundo o egiptólogo Nicholas Reeves, Semenkhkhare seria Nefertiti com outro nome), mas, Semenkhkhare era o título dado á co-regentes dos faraós, esse citado era na realidade um nobre, chamado Panhesy, da alta estirpe de Amarna que se casou com MeritAton, filha mais velha de Akhenaton, que o sucedeu após sua morte - ambos teriam sido assassinados em Amarna juntamente com quase todos seus moradores, pois "Ay" vizir na época, queria o trono para sí e sem herdeiros seria mais fácil. Por milagre, Tuthankamon e sua irmã Ankhesenamon,conseguiram sobreviver à matança e foram levados a Tebas para serem casados e coroados, ele com 9 anos e ela com 11 anos de idade.

Devido à jovem idade do rei, os verdadeiros governantes durante este período foram Aye e Horemheb, dois altos funcionários do tempo de Akhenaton, que mais tarde seriam eles próprios faraós. Ay era, provavelmente amante de Tié (talvez já viúva a esse tempo) e pai de Nefertiti. Durante o tempo de Akhenaton era o intendente dos cargos reais, tornando-se vizir, uma posição de grande prestígio que manteve durante o reinado de Tutancâmon.

No quarto ano do seu reinado o jovem rei mudou o seu nome de Tutankhaton para Tutancâmon ("imagem viva de Amon"). A sua esposa fez o mesmo, passando de Ankhesenpaaton para Ankhesenamon ("ela vive para Amon"). Esta mudança dos nomes está relacionada com a rejeição das doutrinas religiosas de Akhenaton e com a restauração dos deuses antigos. Durante a fase final do reinado de Tutancâmon a repressão sobre o culto aos outros deuses tinha se acentuado, tendo o rei mandado destruir todos os nomes de outros deuses que se achassem em inscrições, com excepção de Aton.

A situação do Egito parecia ser catastrófica nesta época, a acreditar no texto gravado numa estela, a chamada "Estela da Restauração", que foi encontrada no terceiro pilote do templo de Amon em Karnak. Nele se afirma que os templos dos deuses estavam em pleno estado de decadência e estes, irados, tinham lançado a confusão no país. Até as expedições militares no Próximo Oriente pareciam não alcançar sucesso devido à indiferença perante os templos e os deuses.

Assim, e ainda segundo a estela, o rei terá mandado fazer novas estátuas de deuses, restaurar os seus templos, bem como os cultos diários que ali eram conduzidos pelos sacerdotes.
Morte

Acontecimentos após a sua morte


Tutancâmon faleceu aos dezenove anos em 1324 a.C. Uma vez que o seu túmulo não estava ainda pronto, foi



sepultado num túmulo de dimensões pequenas, pouco habitual para alguém que ocupou o cargo de faraó.

A sua viúva, Akhesenamon, toma uma atitude desconcertante. Numa carta enviada a Suppiluliuma I, rei dos hititas, a rainha pede ao soberano um dos seus filhos como marido, prometendo-lhe o trono do Egito. Os hititas tinham sido inimigos do Egito, razão pela qual este pedido era estranho. Suppiluliuma desconfiou das intenções da rainha, julgando tratar-se de uma armadilha. Na resposta enviada perguntou à rainha onde estava o filho de Tutancâmon. Ankhesenamon, despeitada, afirma que não tem filhos. Depois de refletir o rei hitita decidiu atender ao pedido da rainha, enviando um filho que seria coroado rei do Egito. Contudo, este princípe nunca chegou ao Egito, julgando-se que foi morto no caminho por espiões enviados por Horemheb ou Ay.

Ay casaria com Akhesenamon, talvez contra vontade desta, o que lhe permitiu tornar-se rei. Teria já uma idade avançada (entre os sessenta e os setenta anos), e inexplicavelmente meses depois, a rainha morre misteriosamente, tendo sido faraó durante quatro anos, morrendo de "causas naturais" meses após Horemheb retornar de uma das várias guerras que participava. Respeitou a memória de Tutancâmon, não usurpando os seus monumentos. Foi sucedido por Horemheb que não precisou se casar com ninguém, pois já não havia membros da família real vivos e o mesmo por ser herói de guerra, teve apoio maciço do povo, reinou durante vinte e sete anos e não deixou herdeiros.
Causa da morte


Devido à falta de elementos informativos relativos a Tutancâmon, especula-se sobre os motivos da morte do faraó.

Em 1925 foi realizada uma autópsia na múmia por Douglas Derry, tendo se considerado na época a hipótese de uma morte natural, talvez por tuberculose.

Em 1968 uma equipe da Universidade de Liverpool liderada por R.G Harrison obteve autorização para realizar raios-x à múmia. Uma ferida perto da orelha esquerda do faraó, que penetrou no crânio, produzindo uma hemorragia, foi apontada como causa da morte. Esta ferida poderia ter sido causada por um golpe ou um acidente. As radiografias mostraram como um osso tinha penetrado no crânio. Alguns investigadores avançaram com a hipótese de assassinato que teria tido como autores Ay e Horemheb. O que pelas confusões pelo poder na época é o mais provável.

Em janeiro de 2005 a múmia foi retirada do seu sarcófago no túmulo do Vale dos Reis, tendo sido alvo de um exame no qual se recorreu à tomografia computadorizada (TC). Este exame, que teve uma duração de quinze minutos, gerou 1700 imagens.

Os novos exames descartaram a hipótese de morte por assassinato. Em Novembro de 2006 o médico Ashraf Selim, com base em novas e sofisticadas análises, apresentou novas evidências que sustentam esta teoria.Quanto ao osso encontrado no crânio julga-se que foi provocado por um erro durante o processo de embalsamento do corpo.

Em maio de 2005, egípcios, franceses e americanos reconstituíram sua face a partir de imagens de tomografia computadorizada. O rei Tut - como foi apelidado - tinha a parte posterior do crânio estranhamente alongada e o queixo retraído.

Conforme notícias divulgadas pela Agence France-Presse em 16 de fevereiro de 2010, Tutancâmon teria morrido, na verdade, devido à malária combinada com uma infecção óssea, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira nos Estados Unidos Para outro autor o faraó Tut teria passado por severo episódio de malária antes de assumir o trono, mas teria morrido assassinado por Aye com um golpe na porção posterior do crânio.

O estudo parece abrir as portas a um novo enfoque de investigação em genealogia molecular e paleogenômica do período faraônico, opinaram os cientistas.
A descoberta do túmulo de Tutancâmon


Inicialmente o túmulo de Tutancâmon estava destinado a situar-se em Amarna, sendo hoje identificado como o túmulo KV-29. Quando se mudou para Tebas foi ordenada a construção de um túmulo na parte oeste do Vale dos Reis. Contudo, como já foi referido, este túmulo não estava concluído quando ocorreu a morte do rei e Tutancâmon foi sepultado num túmulo privado adaptado para si, situado na parte leste do Vale dos Reis .

Em novembro de 1922 foi descoberto o túmulo de Tutancâmon , resultado dos esforços de Howard Carter e do seu mecenas, o aristocrata Lord Carnarvon. O túmulo encontrava-se inviolado em ligaduras, com excepção da antecâmara onde os ladrões penetraram por duas vezes, talvez pouco tempo depois do funeral do rei, mas por razões pouco claras ficaram-se por ali.

A câmara funerária foi aberta de forma oficial no dia 16 de Fevereiro de 1923. Estava preenchida por quatro capelas em madeira dourada encaixadas umas nas outras, que protegiam umsarcófago em quartzito de forma rectangular, seguindo a tradição da forma dos sarcófagos da XVIII dinastia. Em cada um dos cantos do sarcófago estão representadas as deusas Ísis, Néftis,Neit e Selket. Dentro do sarcófago encontravam-se três caixões antropomórficos, encontrando-se a múmia no último destes caixões; sobre a face a múmia tinha a famosa máscara funerária. Decorados com os símbolos da realeza (a cobra e o abutre, símbolos do Alto e do Baixo Egito, a barba postiça retangular e ceptros reais), o peso dos três caixões totalizava 1375 quilos, sendo o terceiro caixão feito de ouro. Na câmara funerária foram colocadas também três ânforas, estudadas em 2004 e 2005 por arqueólogos espanhóis coordenados por Rosa Lamuela-Raventós. Os estudos revelaram que a ânfora junto à cabeça continha vinho tinto, a colocada do lado direito do corpo continha shedeh (variedade de vinho tinto mais doce) e a terceira, junto aos pés, continha vinho branco. Esta pesquisa revelou-se importante pois mostrou que os egípcios fabricavam vinho branco, mil e quinhentos anos antes do que se pensava.

Na câmara do tesouro estava uma estátua de Anúbis, várias jóias, roupas e uma capela, de novo em madeira dourada, onde foram colocados os vasos canópicos do rei. Neste local foram achadas duas pequenas múmias correspondentes a dois fetos do sexo feminino, que se julgam serem as filhas do rei, nascidas de forma prematura.

Embora os objetos encontrados no túmulo não tenham lançado luz sobre a enigmática vida de Tutancâmon, revelaram-se bastante importantes para um melhor entendimento das práticas funerárias e da arte egípcia.
A "maldição" do faraó
Em torno da abertura do túmulo e de acontecimentos posteriores gerou-se uma lenda relacionada com uma suposta "maldição" ou "praga da morte", lançada por Tutancâmon contra aqueles que perturbaram o seu descanso eterno. O mecenas de Carter, Lord Carnarvon, faleceu a 5 de abril de 1923, não tendo por isso tido a possibilidade de ver a múmia e o sarcófago de Tutancâmon. No momento da sua morte ocorreu na capital egípcia uma falha elétrica sem explicação e a cadela do lorde teria uivado e caído morta no mesmo momento na Inglaterra. Nos meses seguintes morreriam um meio-irmão do lorde, a sua enfermeira, o médico que fizera as radiografias e outros visitantes do túmulo. Para além disso, no dia em que o túmulo foi aberto de forma oficial o canário de Carter foi engolido por uma serpente, animal que se acreditava proteger os faraós dos seus inimigos. Os jornais da época fizeram eco destes fatos e contribuíram de forma sensacionalista para lançar no público a ideia de uma maldição. Curiosamente, Howard Carter, descobridor do túmulo, viveu ainda durante mais treze anos.
FONTE:http://pt.wikipedia.org/wiki/Tutanc%C3%A2mon

Se alguém precisar esta ai o link de um grande site para downloads do Grande Ricardo Merez
http://www.lotusinformatica.org/2013/06/windows-media-center-ao-windows-8-agora.html


Windows Media Center ao Windows 8 agora!

Se seu computador tem o Windows Pro e você quer baixar o Windows 8 Media Center Pack para assistir a programas de TV ao vivo e gravá-los usando o Windows Media Center, aproveite esta nossa oferta especial:

Para instalar o Media Center é fácil, basta seguirem algumas etapas bem simples.

Primeiro, devem estar com o Windows 8 instalado e validado.
Para instalarem uma versão original e sem modificações do Windows 8 pro vejam matéria aqui mesmo
no Lótus Informática sobre instalar o Windows 8.Logo em seguida, baixem o ativador do Windows 8 e executem como administrador, para validarem o sistema.
Agora instalem o Ativador do Media Center , baixando o ativador do media center, executem esse ativador do Media Center também como administrador.
Feito isso,1º- mova o cursor para o canto direito da tela, e abra o “ Pesquisar” e digite Adicionar recursos no seu Windows 8.
2º - Aberta a tela de instalação, selecione a opção “já possuo a chave de validação”.
3º - Insira a chave fornecida aqui no blog Lótus Informática
Eu uso essa chave aqui: BXB6H-B9W2N-KYQJ7-99KRG-TJCM3Adquira o seu nesta página: Download Shop

Algumas pessoas se perdem um pouco nesta parte, pois a ativação do Windows 8 ativa o sistema operacional e a ativação para o Media Center é a parte, por isso recomendo instalar também o ativador
do Sistema Operacional e só depois instalarem o Media Center com o seu ativador.



Resumo do processo de instalação:


1º - Baixe o ativador do Media Center, descompacte e execute como administrador.
2º - Mova o cursor para o canto direito da tela, e abra o “ Pesquisar” e digite Adicionar recursos no seu Windows 8.
3º - Aberta a tela de instalação, selecione a opção “já possuo a chave de validação”.
4º - Insira a chave fornecida aqui no blog Lótus Informática .
5º - Aguarde o termino da instalação que como na própria instalação avisa, pode demorar alguns minutos.
6º - Seu computador irá reiniciar após a instalação e pronto, já pode usar o Media Center numa boa.

FONTE: Lòtus Informàtica

Flamengo faz treino técnico com direito a golaço de Moreno


Com direito a golaço de Marcelo Moreno, o elenco do Flamengo realizou um treino técnico na tarde desta segunda-feira. Sob o comando de Mano Menezes, os jogadores fizeram trabalhos que simulavam contra-ataques com a parte ofensiva tendo três jogadores e a defensiva apenas dois. Depois, realizaram um trabalho de cruzamento e de finalizações.
Durante o treino de cruzamentos, Marcelo Moreno, após passe da direita, finalizou de letra, marcando o gol e recebendo elogios dos companheiros e comissão técnica.
Na primeira parte do treinamento, Elias foi um dos destaques, marcando gols e dando passes que deixaram os companheiros na cara do gol. Cada gol evitado, era uma verdadeira festa para os jogadores dos setores defensivos. Em um lance, Digão salvou em cima da linha o que seria um gol de Moreno e foi cumprimentado.
Antes do fim das atividades, apenas os jogadores que atuam do meio para frente treinaram chutes ao gol repetidamente. Com o anoitecer, o grupo fez apenas um leve trabalho de aquecimento e relaxamento muscular.

fonte: Lancenet

Fundador e pastores da Igreja Maranata são presos no ES

Fundador e pastores da Igreja Maranata são presos no ES

Pastor Gedelti Gueiros e outros membros foram levados para CDP de Viana.
Segundo a polícia, 10 mandados de prisão foram expedidos.

O pastor Gedelti Gueiros, ex-presidente e fundador da Igreja Cristã Maranata (ICM), foi preso na manhã desta segunda-feira (24), em casa, na Praia da Costa, Vila Velha, Grande Vitória. De acordo com a polícia, ao todo, foram expedidos 10 mandados de prisão contra membros da igreja. Oito foram cumpridos e dois integrantes se apresentaram espontaneamente. 
Em maio, dezenove membros da Igreja Cristã Maranata, incluindo pastores, foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público Estadual (MPES) pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha e duplicata simulada. Eles teriam praticado desvio de dízimo da igreja, envolvendo uma movimentação financeira de R$ 24,8 milhões, segundo o próprio MPES. Antes, em março, Gedelti e outros três membros da ICM haviam sido presos por coagir testemunhas do inquérito que investiga a igreja.
Além de Gedelti, que foi detido em casa, na Praia da Costa, Vila Velha; Antônio Angelo Pereira dos Santos, Antonio Carlos Rodrigues de Oliveira, Antonio Carlos Peixoto, Amadeu Loureiro Lopes, Carlos Itamar Coelho Pimenta e Jarbas Duarte Filho foram levados para o DPJ, passaram por exames no Departamento Médico Legal (DML) e foram encaminhados para o Centro de Detenção Provisõria (CDP) de Viana. O pastor Arlínio de Oliveira Rocha teve prisão domiciliar decretada. Wallace Rozetti e Leonardo Meirelles de Alvarenga se apresentaram diretamente na delegacia, pela manhã.
Segundo o delegado Eduardo Chaddour, uma das prisões será domiciliar. Todos os detidos nesta manhã foram encaminhados para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Viana, na Grande Vitória. O interventor da instituição, Júlio Cezar Costa, foi destituído. A sede do presbitério da Maranata, em Vila Velha, foi interditada pela polícia.
Outro lado
Após a prisão, Gedelti foi sucinto em suas palavras. "Falar o que? Não tem muito o que falar, não sei o que está acontecendo, não sei por que estou sendo preso", disse o fundador da ICM ao G1
Um dos presos, Carlos Itamar Coelho, disse se sentir 'destruído'. "Me sinto destruído, pela nossa imagem, fico constrangido. Mas, vamos acreditar na justiça", falou.
Não sei por que estou sendo preso"
Gedelti Gueiros, fundador da Maranata
No DML de Vitória, onde foram submetidos a exame, os membros da Maranata ficaram sentados lado a lado enquanto esperavam pelo atendimento. Do lado de fora do prédio uma fiel da Maranata demonstrou apoio ao pastor Gedelti.
Júlio Cezar Costa, que havia sido nomeado interventor da ICM, disse que foi comunicado de sua destituição por ordem judicial. Ele informou que não sabe o motivo, mas agradeceu o período em que administrou a igreja de forma ética e profissional. O novo interventor será Antônio Barroso Ribeiro.
O advogado Gustavo Varella, que defende a Igreja Maranata, acompanha a ocorrência, mas informou que ainda não recebeu a denúncia e não tem detalhes sobre o caso. Ele vai se pronunciar durante o decorrer do dia, assim que tiver mais informações.
Maranata
A Igreja Cristã Maranata foi criada há 44 anos no estado e  já possui mais de 5,5 mil templos no Brasil e em outros países.
Presbitério da Igreja Cristã Maranata foi interditado judicialmente, diz polícia (Foto: Leandro Nossa / G1 ES)
















Fonte:G1

Dilma propõe 5 pactos e plebiscito para constituinte da reforma política

Presidente reuniu 27 governadores e 26 prefeitos de capitais em Brasília.
Encontro foi motivado pelas reivindicações surgidas nos protestos de rua.



A presidente Dilma Rousseff propôs na tarde desta segunda-feira (24) aos 27 governadores e aos 26 prefeitos de capitais convidados por ela para reunião no Palácio do Planalto a adoção de cinco pactos nacionais (por responsabilidade fiscal, reforma política, saúde, transporte, e educação).
Em relação ao segundo pacto, a presidente apresentou a proposta de convocação de um plebiscito para que o eleitorado decida sobre a convocação de um processo constituinte específico destinado a fazer a reforma política.
"Quero neste momento propor um debate sobre a convocação de um plebiscito popular que autorize o funcionamento de um processo constituinte específico para fazer a reforma política que o país tanto necessita. O Brasil está maduro para avançar e já deixou claro que não quer ficar parado onde está", declarou a presidente.
OS 5 PACTOS NACIONAIS PROPOSTOS POR DILMA
1. Responsabilidade fiscal e controle da inflação
2. Plebiscito para formação de uma constituinte sobre reforma política
3. Saúde
4. Educação
5. Transportes
A reunião com governadores e prefeitos foi convocada como forma de resposta à série de manifestações que levaram milhares às ruas em protesto contra aspectos da conjuntura política, econômica e a qualidade dos serviços públicos.











Economia
O primeiro pacto apresentado pela presidente a governadores e prefeitos foi por responsabilidade fiscal, estabilidade da economia e controle da inflação . "Este é um pacto perene para todos nós", declarou.
Segundo a presidente, o pacto pela preservação dos fundamentos da economia "é uma dimensão especialmente importante no momento atual, quando a prolongada crise econômica mundial ainda castiga as nações".
Reforma política
No capítulo da reforma política, Dilma propôs aprofundar a participação popular por meio de um debate sobre a convocação de um plebiscito.
De acordo com a presidente, o processo constituinte seria específico para estabelecer regras da reforma política. Uma reforma política pode produzir mudanças na forma de escolha de governantes e parlamentares, financiamento de campanhas eleitorais, propaganda na TV e no rádio e outros pontos.
Segundo Dilma, o debate da reforma política "entrou e saiu" várias vezes da pauta nas últimas décadas.
"É necessário que nós [...] tenhamos a iniciativa de romper um impasse. Quero neste momento propor um debate sobre a convocação de um plebiscito popular que autorize o funcionamento de um processo constituinte específico para fazer a reforma política que o país tanto necessita", disse.
Corrupção
A presidente defendeu um combate "contundente" à corrupção e disse que, para isso, é necessário endurecer a legislação, de modo a que a corrupção dolosa seja classificada como crime hediondo, "com penas severas".
Saúde
Para melhorar os serviços públicos de saúde, Dilma pediu aos governadores e prefeitos para "acelerar" os investimentos já contratados em hospitais, unidades de pronto-atendimento e unidades básicas de saúde e ampliar a adesão de hospitais filantrópicos ao programa do Ministério da Saúde que troca dívidas por mais atendimento.
Ela disse que o governo quer incentivar a ida de médicos para as cidades que mais necessitam de atendimento de saúde, e, quando não houver brasileiros disponíveis, contratar médicos estrangeiros para trabalhar exclusivamente no Sistema Único de Saúde (SUS).
"Gostaria de dizer à classe médica brasileira que não se trata nem de longe de uma medida hostil ou desrespeitosa aos nossos profissionais. Trata-se de uma ação emergencial, localizada, tendo em vista a dificuldade que estamos enfrentando para encontrar médicos em número suficiente ou com disposição para trabalhar nas áreas remotas do país ou nas zonas mais pobres das nossas grandes cidades", afirmou Dilma, para quem o Brasil é um dos países que menos emprega médicos estrangeiros.
A presidente também disse que o programa de ampliação de vagas em cursos de medicina, classificado por ela como "o maior da história", vai resultar na criação de 11.447 novas vagas de graduação e 12.376 novas vagas de residência médica para estudantes brasileiros até 2017.
Transportes
Para o problema do transporte público, apontado com um dos fatores que determinaram a eclosão da onda de manifestações pelo país, Dilma falou em dar um "salto de qualidade".
Ela destacou a desoneração fiscal do setor promovida pelo governo federal, o que, segundo afirmou, permitiu a redução das tarifas de ônibus em 7.23% e a de metrô e dos trens em 13,25%.
"Estamos dispostos agora a ampliar desoneração do PIS-Cofins sobre o óleo diesel dos ônibus e a energia elétrica consumida por metrô e trens. Esse processo pode ser fortalecido pelos estados e municípios com a desoneração dos seus impostos. Tenho certeza que os senhores estarão sensíveis a isso", afirmou, dirigindo-se a governadores e prefeitos.
Ela também anunciou a destinação de mais de R$ 50 bilhões para novos investimentos em obras de mobilidade urbana.
"Essa decisão é reflexo do pleito pela melhoria do transporte coletivo no país, onde as grandes cidades crescem e onde no passado houve a incorreta opção de não se investir em metrôs", declarou.
Outro anúncio durante a abertura da reunião foi a criação do Conselho Nacional do Transporte Público, com a participação de representantes da sociedade civil e dos usuários, para assegurar "uma grande da participação da sociedade na discussão política do transporte" e "uma maior transparência e controle social no cálculo das tarifas".
Educação
Para a área de educação, Dilma pediu apoio para o projeto que destina 100% dos royalties da exploração do petróleo para a educação, em tramitação no Congresso.
"Avançamos muito na últimas décadas para reverter o atraso secular da nossa educação, mas agora precisamos, vou repetir, de mais recursos. O governo tem lutado junto ao Congresso Nacional para que 100% dos royalties do petróleo e 50% dos recursos do pré-sal a serem recebidos pelas prefeituras, pelo governo federal, pelos municípios e a parte da União, repito, sejam investidos na educação. Confio que os senhores congressistas aprovarão esse projeto que tramita no Legislatvo com urgência constitucional", disse.
Para a presidente, nunca houve país no mundo que tenha se tornado desenvolvido sem um "esforço concentrado" na educação.  Segundo ela, "nenhuma nação é capaz de se desenvolver sem alfabetização na idade certa, sem creches para a população que mais precisa, sem educação em tempo integral, sem ensino técnico profissionalizante,  sem universidades de excelência, sem pesquisa, ciência e inovação".
"São condições essenciais para alcançar essas metas, a formação, valorização e bons salários para os educadores e isso exige recursos", afirmou.
Fonte: G1

Após avaliação física e falta de acerto financeiro, Inter desiste de adriano

Após avaliação física e falta de acerto financeiro, Inter desiste de Adriano Colorado nem aguardou detalhes dos exames realizados no jogador para tomar decisão
Imperador não conseguiu acerto com o Colorado ( Adriano não defenderá o Internacional. A falta de acerto financeiro entre as partes envolvidas na negociação e a atual situação física do jogador, de 31 anos, impediram a sua contratação pelo Colorado, que previa um contrato até o fim deste ano ao atacante. O Inter enviou ao Rio de Janeiro o diretor médico Paulo Rabello e o fisiologista Luiz Crescente para acompanhar a realização de exames no jogador, que não atua desde março de 2012. A avaliação superficial dos resultados desses exames, além das exigências de João Bandeira e Marcelo Silveira, da BS Sports - os responsáveis por indicar Adriano ao Inter , e Luiz Cláudio Menezes impediram um desfecho positivo. * Mais informações em breve FONTE:Lance

Gabriel elogia estilo ofensivo de Mano Menezes

Gabriel deve ser o responsável da armação no meio Mano Menezes escalou o time titular em um 4-3-3 no treinamento tático que comandou na última quinta-feira (20.06). Ao longo da atividade, ele reforçou várias vezes o quão importante era a marcação começar já no campo do adversário. Chegou, inclusive, a parar o treino algumas vezes para orientar Marcelo Moreno e Paulinho sobre como deviam pressionar a saída de bola da outra equipe. Na coletiva de imprensa deste sábado (22.06), Gabriel elogiou essa vocação mais ofensiva de Mano. "É bom o time marcar lá na frente porque já está mais perto do gol. Se roubamos a bola muito atrás, estamos distantes do goleiro deles e fica mais complicado fazer o gol. Um sistema mais ofensivo me agrada muito", explicou o meia rubro-negro. Nesse esquema mais ofensivo de Mano Menezes, Gabriel é o principal armador de jogadas. Com dois volantes (Cáceres e Elias) formando o meio de campo com ele, cabe ao camisa 10 a função de organizar o ataque e fazer com que a bola chegue em boas condições para os três atacantes: Carlos Eduardo, Paulinho e Marcelo Moreno. "Futebol é movimentação. Um ocupando o espaço do outro. Com o tempo, vamos nos entender ainda mais. Mano ainda vai decidir a equipe, mas, se for essa mesmo, nos adaptaremos o mais rápido possível. Se eu for utilizado como o 10, farei sempre o melhor. O mais importante é estar em campo e jogar sempre da melhor forma possível, movimentando bastante", afirmou Gabriel. Autor: Comunicação Fonte: Site Oficial do Clube
Queóps: uma das mais importantes pirâmides do Egito Antigo 
 
Elas foram construídas  há mais de 2500 anos e resistem até hoje. 
Cercadas de mistérios, despertam interesse de historiadores, arqueólogos e estudiosos de civilizações antigas. 
Como resistiram a tantos séculos? 
Que segredos guardavam dentro delas? 
Qual função religiosa exerciam na sociedade?

Conhecendo as pirâmides 

A religião do Egito Antigo era politeísta, pois os egípcios acreditavam em vários deuses. Acreditavam também na vida após a morte e, portanto, conservar o corpo e os pertences para a outra vida era uma preocupação. Mas somente os faraós e alguns sacerdotes tinham condições econômicas de criarem sistemas de preservação do corpo, através do processo de mumificação.


A pirâmide tinha a função abrigar e proteger o corpo do faraó mumificado e seus pertences (jóias, objetos pessoais e outros bens materiais) dos saqueadores de túmulos. Logo, estas construções tinham de ser bem resistentes, protegidas e de difícil acesso. Os engenheiros, que deviam guardar os segredos de construção das pirâmides, planejavam armadilhas e acessos falsos dentro das contruções. Tudo era pensado para que o corpo mumificado do faraó e seus pertences não fossem acessados.
 
As pirâmides foram construídas numa época em que os faraós exerciam máximo poder político, social e econômico no Egito Antigo. Quanto maior a pirâmide, maior seu poder e glória. Por isso, os faraós se preocupavam com a grandeza destas construções. 

Com mão-de-obra escrava, milhares muitas vezes, elas eram construídas com blocos de pedras que chegavam a pesar até duas toneladas. Para serem finalizadas, demoravam, muitas vezes, mais de 20 anos. Desta forma, ainda em vida, o faraó começava a planejar e executar a construção da pirâmide.

A matemática foi muito empregada na construção das pirâmides. Conhecedores desta ciência, os arquitetos planejavam as construções de forma a obter o máximo de perfeição possível. As pedras eram cortadas e encaixadas de forma perfeita. Seus quatro lados eram desenhados e construídos de forma simétrica, fatores que explicam a preservação delas até os dias atuais.

Ao encontrarem as pirâmides, muitas delas intactas, os arqueólogos se depararam com muitas informações do Egito Antigo. Elas possuem inscrições hieroglíficas, contando a vida do faraó ou trazendo orações para que os deuses soubessem dos feitos realizados pelo governante. 

Acreditava-se, no Egito antigo, que o resguardo do corpo dos faraós na pirâmides asseguraria a eles a vida eterna. Nas pirâmides, havia a câmara destinada ao sepultamento do faraó, e outra destinada à sua rainha
Os corpos dos faraós eram embalsamados, pois desejava-se conservar a integridade física dos reis para a eternidade. Ainda os corpos eram encerrados em câmaras especiais, e as pirâmides eram hermeticamente fechadas.
 
Não se sabe ao certo quais os motivos que levavam os egípcios à construção das tumbas dos faraós de acordo com a forma especificamente piramidal. Há explicações que dizem que a forma das pirâmides poderia significar uma ascensão do faraó para junto dos deuses, como se pode depreender do formato das primeiras pirâmides construídas (em degraus, como uma escada para os céus) ou ainda poderia significar a representação dos raios solares que se dirigiam à figura iluminada do monarca. Porém, todas estas hipóteses residem apenas no campo das especulações, pois não há nenhum indício documental dos motivos pelos quais as pirâmides eram construídas dessa forma.
 
Os faraós eram tomados como deuses na Terra. Eles detinham os poderes de julgamento de infratores, lideravam também os exércitos, além de controlar todas as riquezas de seus domínios. Deste modo, o faraó dispunha de uma grande prestígio, constituindo um verdadeiro impulso na construção das pirâmides. Por exemplo, os trabalhadores que transportavam os grandes blocos de pedra das pirâmides não eram escravos, mas sim agricultores que, ajudando o faraó, pensavam obter sua proteção divina quando este chegasse ao outro mundo.

A grande Pirâmide de Gizé 

A primeira pirâmide, tendo sido provavelmente a primeira construção de pedra nessas proporções, foi encomendada pelo faraó Djoser, por volta de 2680 a. C. 

O responsável pelo projeto da pirâmide foi Imhotep, que se tornou historicamente mais famoso que o próprio faraó. A pirâmide projetada por Imhotep possuía seis níveis, ou degraus. 

Os faraós que se seguiram a Djoser também construíram pirâmides segundo o padrão do modelo de Imhotep. 

As pirâmides de faces planas só apareceram após o reinado de Sherafu (2575-2551 a. C. ). Nota-se, a partir da construção destas pirâmides, o grande avanço de engenharia de construção do Egito, muito à frente de seu tempo. A dificuldade de transporte dos enormes blocos de pedra empregados na construção das pirâmides foi superada por técnicas bastante avançadas naquele estágio tecnológico em que o Egito se encontrava.

As maiores pirâmides construídas foram as de Giza , erguidas por volta do ano de 2550 a. C. A maior delas é a pirâmide do faraó Khufu (Quéops), de altura máxima de 147 metros, e comprimento lateral da base de 230 metros. Cerca de 2.300.000 blocos de pedra foram empregados na sua construção. O interior da pirâmide de Khufu (Quéops) possui uma impressionante rede de passagens, galerias e câmaras secretas. As pirâmides são monumentos documentários da grandeza da civilização egípcia antiga, tendo resistido ao tempo e às condições climáticas do deserto.
 Diz um provérbio árabe que "o tempo ri de tudo: mas as pirâmides riem do tempo"
As Câmaras Ocultas nas Pirâmides
 
É uma possibilidade excitante que um dia se possa encontrar uma câmara oculta que nos revele informações sobre nosso passado das quais nem suspeitamos. Por isso, vários outros pesquisadores estão procurando meios de descobrir câmaras escondidas e passagens secretas nas grandes pirâmides de Gizé. Dois egiptólogos amadores franceses estão entre eles. Gilles Dormion, um arquiteto, e Jean-Yves Verd´hurt, um corretor de imóveis aposentado, usando análise arquitetônica e um georadar, ou seja, um radar capaz de penetrar em objetos sólidos, em 2004, ano em que publicaram um livro, concluíram que deve existir uma câmara por baixo da câmara da rainha na Grande Pirâmide. 

Eles pensam que provavelmente essa seria a verdadeira câmara funerária de Kéops, a qual poderia conter artefatos que excederiam em riqueza aos da tumba de Tutankhamon. Se tal cômodo realmente existir, é pouco provável que tenha sido violado e poderia conter também a múmia do rei. Para confirmar ou não a hipótese, bastaria fazer mais alguns buracos no maior monumento egípcio. O problema é que os dois pesquisadores não obtiveram permissão das autoridades egípcias para continuar os estudos e provar essa tese.

Um respeitado egiptólogo, Jean-Pierre Corteggiani, do Instituto Francês de Arqueologia Oriental no Cairo, disse ter ficado impressionado pelo fato de que as imagens do georadar foram coletadas e interpretadas por um técnico de uma empresa francesa especializada nesse tipo de equipamento. Tal perito trabalha para uma companhia que teve como um de seus principais projetos estabelecer a rota do trem expresso que liga Paris a Estrasburgo. 

Isso significa que para dizer que é seguro colocar os trilhos em determinado lugar, porque não há nenhuma cavidade sob o solo, ele precisa estar absolutamente certo, caso contrário o perigo de desastre seria imenso. Corteggiani também se mostrou intrigado pela localização sugerida para a nova câmara: debaixo da assim chamada câmara da rainha, mas um pouco mais a oeste. Isso a colocaria na interseção das diagonais e exatamente no coração da pirâmide, o que para Kéops teria, provavelmente, forte conotação simbólica como local de descanso.
 
Outro egiptólogo, Aidan Dodson, perito em arqueologia funerária egípcia, por outro lado, afirmou: Acho implausível a idéia de que a câmara funerária de Kéops ainda esteja para ser achada na pirâmide. Arquitetonicamente não há nenhuma razão pela qual devesse existir um corredor debaixo da câmara da rainha. A câmara funerária sempre foi conhecida. 

Os autores da possível descoberta argumentam que a pirâmide evoluiu por tentativa e erro. Na medida em que os arquitetos percebiam que os aposentos inicialmente concebidos como câmaras funerárias não suportariam o peso colocado acima deles, voltavam para a mesa de desenho. Sobre a câmara do rei o telhado é reforçado com vigas de granito, formando um sistema engenhoso para aliviar a pressão sobre o aposento. Entretanto, as vigas racharam, o que se atribuiu tradicionalmente a atividade sísmica ocorrida depois que o monumento foi completado. Gilles Dormion acredita, porém, que o acidente aconteceu durante a construção da pirâmide. Em síntese, segundo ele, quando Kéops morreu havia três câmaras funerárias construídas. 

A primeira, no sub-solo, permanecia inacabada, a segunda estava disponível e a terceira apresentava problemas de rachadura em seu teto. Kéops foi, então, enterrado na segunda. Ou melhor dizendo, embaixo da segunda, porque a câmara da rainha em si não estava equipada para receber o corpo de um faraó, faltando, principalmente, uma entrada suficientemente larga para acomodar o sarcófago de pedra.

Dormion vem trabalhando nas pirâmides do Egito há mais de 20 anos e, baseado em análises de radar feitas por ele e por Verd'hurt na pirâmide de Meidum, realizadas em 2000, descobriu duas câmaras anteriormente desconhecidas naquele monumento. Em época bem anterior, em março de 1985, ele e Jean Patrice Goidin, um arquiteto, haviam visitado a Grande Pirâmide e feito observações visuais que os levaram a suspeitar da existência de um sistema oculto de passagens e câmaras. 

Eles teorizaram originalmente que o sistema que nós vemos hoje é de fato um estratagema para enganar os ladrões de tumba, e que a real câmara funerária de Kéops estaria ao lado dos compartimentos que formam o teto da câmara do rei. Um dos indícios está na disposição dos blocos que formam o teto da grande galeria.

Por serem paralelos à inclinação da galeria, se constituem em um dispositivo anti-deslizamento que libera de pressões a parede norte. Isso, entretanto, seria desnecessário se tal parede fosse maciça. Naquela ocasião eles também observaram que as paredes da passagem horizontal que conduz à câmara da rainha apresentam blocos de pedra que foram dispostos de uma maneira diferente da de outros blocos do monumento. 

Eles chamaram a atenção para o fato de que ali os blocos foram postos uns em cima dos outros de forma que as juntas formam um padrão em cruz, completamente diferente do arranjo em qualquer outra passagem do monumento. A visão deles era a de que a parede pudesse esconder um compartimento, possivelmente contendo o equipamento funerário do faraó.
 
Em 1986 os dois homens voltaram ao Egito e começaram uma pesquisa dentro da Grande Pirâmide empregando a microgravimetria, um conjunto de métodos e técnicas de medida da aceleração da gravidade da Terra, que permite calcular a densidade dos materiais. Nos compartimentos do teto da câmara do rei os testes não foram conclusivos, embora eles tenham detectado alguma espécie de anomalia. Outras leituras parecem ter indicado a existência de uma cavidade atrás da parede ocidental da passagem da câmara da rainha, exatamente como eles haviam previsto anteriormente. 

Dormion teve permissão para perfurar três pequenos buracos na parede. Os dois primeiros revelaram apenas vários blocos de pedra separados por argamassa. O último buraco atingiu uma profundidade de 2 metros e 65 centímetros e revelou uma cavidade com cerca de 40 centímetros de comprimento cheia de areia cristalina muito fina, formada por mais de 99% de quartzo, cuja origem não podia ser eólica nem causada pela erosão do monumento. Embora a investigação tivesse revelado praticamente nada, era prevista a volta da equipe em 1987 para realização de pesquisas mais sofisticadas. Entretanto, antes de que eles pudessem fazê-lo, em janeiro de 1987, uma equipe japonêsa da Universidade de Waseda, sob a direção de Sakuji Yoshimura, assumiu a continuação dos trabalhos.

Com o uso de equipamento de GPR - Ground Penetrating Radar, ou seja, um equipamento de radar que penetra no sub-solo, os japoneses inspecionaram o piso e as paredes da câmara da rainha, no esquema ao lado representada num corte vertical, e detectaram a presença de uma cavidade por trás da parede norte a uma distância de cerca de três metros. Ela teria 30 metros de comprimento por um metro de largura e um metro e meio de altura. 

A seguir examinaram essa cavidade inspecionando toda a extensão da sua parede ocidental e concluíram que ela talvez seja uma passagem oculta que corre paralelamente ao corredor horizontal que conduz à câmara da rainha, o qual também vemos no esquema acima. Conforme o relatório dos pesquisadores, essa espécie de corredor encontrado por eles começa num ponto que fica a uma distância da parede norte da câmara da rainha correspondente à largura de apenas um bloco de pedra e parece terminar em um ponto aproximadamente 30 metros ao norte da câmara. 

Nesse local, atingindo o ponto onde se encontra a grande galeria, a passagem deve terminar ou virar para oeste em ângulo reto. Os pesquisadores franceses sugeriram que esse corredor deve conduzir a um compartimento oculto no ventre da pirâmide e que talvez esteja aí a verdadeira câmara funerária.

Dormion e sua equipe acreditam que nenhuma das três câmaras existentes na Grande Pirâmide está qualificada para ser uma câmara funerária real. Muitos arqueólogos pensam o mesmo com relação à câmara da rainha e à câmara subterrânea. Os franceses, porém, vão além ao sugerir que a câmara do rei, tida pela maioria dos egiptólogos como, pelo menos, o lugar do descanso inicial do rei, também não pode ter sido uma câmara funerária porque não é bastante forte para isso. A prova está nas profundas rachaduras dos volumosos blocos de granito que formam o teto do compartimento. 

A verdade é que vários peritos acreditam que tais rachaduras podem ter surgido até mesmo antes da pirâmide ter sido colocada em uso, o que impediria seu emprego final como câmara mortuária, embora a maioria acredite que foi construída com aquele propósito em mente. Por fim, até mesmo aqueles que acreditam que a câmara nunca foi posta em uso, também acreditam que Kéops deve ter sido enterrado em outro lugar, e não em uma câmara escondida na própria pirâmide.
 
A equipe japonesa também pensa ter descoberto o que parece ser uma cavidade cerca de um metro e 50 centímetros abaixo do piso da passagem horizontal que liga a grande galeria com a câmara da rainha. Eles acreditam que esta cavidade pode ter até três metros de profundidade e que deva estar, provavelmente, totalmente cheia com areia. Essa areia deu motivo a muita discussão. Surgiram até rumores de que seria radioativa.Embora não fosse verdade, quando os técnicos examinaram a areia e compararam-na com amostras de areia de Gizé e de Saqqara, descobriram que era bastante diferente das amostras. 

Aparentemente a areia foi trazida de longe. Embora os egiptólogos acreditem que os construtores da Grande Pirâmide possam ter usado cavidades cheias de areia para servirem de pára-choques aos efeitos dos terremotos, isto não explica porque não foi usada a areia do próprio local. Em outra série de medições, os japoneses localizaram próximo da câmara subterrânea do monumento um provável aposento com dois metros de altura, situado cerca de três metros atrás da zona oeste da parede norte da referida câmara. Nenhuma pesquisa adicional foi feita até agora para investigar melhor os achados de Dormion e Yoshimura.

Em outubro de 1992, um engenheiro francês, Jean Kerisel, chefiou uma equipe que usou métodos não destrutivos para inspecionar a área ao redor da câmara subterrânea da pirâmide de Kéops. Essa pesquisa estava baseada em teorias que levam em conta o relato de Heródoto, que se refere à existência de um canal por sob o monumento, e a evidência arqueológica da existência desse canal fora do planalto de Gizé. Ele começou seu trabalho considerando o nível da água debaixo da Grande Pirâmide. 

Usou uma combinação de cálculos originalmente feitos por Vyse e Perring, pesquisadores britânicos que, em 1836 e 1837, cavaram um poço vertical fora da câmara subterrânea com profundidade de 11 metros. Embora acreditasse que o poço de Vyse fosse bastante profundo para alcançar o nível provável de um canal, Kerisel achava que poderia ter sido cavado no lugar errado. Após pesquisar com GPR, o francês confirmou a provável existência do aposento percebido pela equipe de Yoshimura e ainda informou ter detectado — por baixo do piso do corredor horizontal que leva à câmara subterrânea — uma estrutura que poderia ser o teto de um novo corredor. 

Ele estaria localizado no ponto exato no qual o corredor descendente o atingiria, caso tivesse sido extendido até lá. Esse novo corredor teria cerca de um metro e 60 centímetros de altura, cruzaria o corredor horizontal num ângulo de 45 graus aproximadamente, elevar-se-ia ligeiramente em seu trajeto, parecendo dirigir-se diretamente para a esfinfe.
Quando chegou dezembro de 1992 a equipe usou microgravimetria e informou que no ponto onde o radar havia descoberto uma espécie de passagem, o micro-gravímetro nada detectou, o que indicava que o pretenso corredor estava obstruído por dentro. 

Por outro lado, no corredor horizontal foi detectada uma anomalia local muito clara de uma falha na alvenaria no lado ocidental, cerca de seis metros antes da entrada para a câmara. Isso corresponderia, conforme os cálculos, a um poço vertical com pelo menos cinco metros de profundidade, de seção quadrada, com lados de cerca de um metro e 40 centímetros, junto da parede ocidental do corredor. Kerisel concluiu sua pesquisa afirmando que a passagem descoberta pelo GPR poderia ser simplesmente uma zona de calcário argiloso, do mesmo tipo dos estratos existentes na cabeça da esfinge, mas com a excepcional característica de ser bastante grossa. 

Quanto ao micro-gravímetro, poderia ter descoberto um volume considerável de dissolução da pedra calcária através da água subterrânea, ou seja, um tipo de gruta profunda, acidente geológico possivel de existir. Embora tenha desejado realizar escavações para investigar melhor suas descobertas, o engenheiro nunca as fez.

Foi também em 1992 que Rudolf Gantenbrink, um engenheiro alemão especializado em robótica, empregando um robô que ele mesmo projetou e construiu, iniciou a exploração do interior dos dois condutos que, a partir da câmara do rei, penetram no interior do monumento. 
Em março de 1993, Gantenbrink explorou o conduto do lado sul da câmara da rainha, quando então encontrou a famosa "porta" que o bloqueia. 

Foi somente em setembro de 2002 que um novo equipamento conseguiu "espiar" para além dessa "porta", encontrando uma pequena câmara com 17 cm de comprimento bloqueada por outra pedra de aspecto rústico. 
Na mesma ocasião foi explorado o conduto do lado norte da câmara da rainha e uma porta semelhante surgiu. 

Com o uso de equipamento de GPR - Ground Penetrating Radar, ou seja, um equipamento de radar que penetra no sub-solo, os japoneses inspecionaram o piso e as paredes da câmara da rainha, no esquema ao lado representada num corte vertical, e detectaram a presença de uma cavidade por trás da parede norte a uma distância de cerca de três metros. Ela teria 30 metros de comprimento por um metro de largura e um metro e meio de altura. 

A seguir examinaram essa cavidade inspecionando toda a extensão da sua parede ocidental e concluíram que ela talvez seja uma passagem oculta que corre paralelamente ao corredor horizontal que conduz à câmara da rainha, o qual também vemos no esquema acima. Conforme o relatório dos pesquisadores, essa espécie de corredor encontrado por eles começa num ponto que fica a uma distância da parede norte da câmara da rainha correspondente à largura de apenas um bloco de pedra e parece terminar em um ponto aproximadamente 30 metros ao norte da câmara. Nesse local, atingindo o ponto onde se encontra a grande galeria, a passagem deve terminar ou virar para oeste em ângulo reto. 

Os pesquisadores franceses sugeriram que esse corredor deve conduzir a um compartimento oculto no ventre da pirâmide e que talvez esteja aí a verdadeira câmara funerária.
Dormion e sua equipe acreditam que nenhuma das três câmaras existentes na Grande Pirâmide está qualificada para ser uma câmara funerária real. Muitos arqueólogos pensam o mesmo com relação à câmara da rainha e à câmara subterrânea. 

Os franceses, porém, vão além ao sugerir que a câmara do rei, tida pela maioria dos egiptólogos como, pelo menos, o lugar do descanso inicial do rei, também não pode ter sido uma câmara funerária porque não é bastante forte para isso. A prova está nas profundas rachaduras dos volumosos blocos de granito que formam o teto do compartimento. 

A verdade é que vários peritos acreditam que tais rachaduras podem ter surgido até mesmo antes da pirâmide ter sido colocada em uso, o que impediria seu emprego final como câmara mortuária, embora a maioria acredite que foi construída com aquele propósito em mente. 
Por fim, até mesmo aqueles que acreditam que a câmara nunca foi posta em uso, também acreditam que Kéops deve ter sido enterrado em outro lugar, e não em uma câmara escondida na própria pirâmide.

A Esfinge
ESFINGE
A grande esfinge está situada na borda do planalto de Gizé, ao sul do complexo da Grande Pirâmide e perto do templo do vale da pirâmide de Kéfren (c. 2520 a 2494 a.C.), o qual fica à sua direita e que originalmente ficava junto ao rio Nilo. Existe ainda o assim chamado templo da esfinge, uma estrutura retangular que fica situada diretamente à frente das patas dianteiras. A figura, vista acima em excelente foto cujo copyright é de Jon Bodsworth, não está postada no topo do planalto, mas encontra-se no centro do que parece ser o que restou de uma antiga pedreira. 

Apenas sua cabeça e um pouco da parte superior de suas costas se projeta acima da elevação geral do planalto que a circunda. O corpo da esfinge está postado num eixo leste/oeste e para esculpi-lo os operários escavaram um fosso ao seu redor, de tal maneira que hoje ela se encontra em uma depressão. A área livre ao seu redor estreita-se um pouco na extremidade oeste posterior. Há uma elevação inacabada junto à parede traseira oeste ligeiramente acima do resto do piso da área que circunda a esfinge. 

As pedras calcárias retiradas do local para criar a forma do corpo foram usadas para construir o templo da esfinge e o templo do vale, os quais a seguir foram revestidos com granito vindo de Assuão. A enorme figura é formada por um outeiro rochoso de pedra calcária que não fora usado pelos construtores da pirâmide de Kéops (c. 2551 a 2528 a.C.) na sua busca pela pedra necessária à edificação do monumento e que, na época de Kéfren, foi transformado em um imenso leão deitado com cabeça humana. 

O templo do vale de Kéfren se liga a uma calçada que vai no sentido oeste/noroeste até sua pirâmide. A calçada corre acima e ao longo da parede sul do muro que cerca a esfinge. O templo mortuário de Kéfren situa-se a leste da pirâmide deste faraó no planalto superior, atrás da esfinge.

A cabeça, voltada para o nascente, e a parte anterior do corpo foram cinzeladas na rocha viva, completando-se o corpo e as patas com tijolos. Supõe-se que tenha sido revestida de uma camada de gesso e pintada. Seu comprimento é de 73 metros e 15 centímetros, sua altura de 20 metros e 12 centímetros e a largura máxima da face é de quatro metros e 17 centímetros. Só a boca mede dois metros e 30 centímetros, enquanto que o comprimento do nariz pode ser calculado em, aproximadamente, um metro e 70 centímetros e o das orelhas é de um metro e 32 centímetros. 

Na cabeça traz um toucado real. Quase nada resta atualmente da serpente Uraeus na testa e da barba no queixo, que eram outros símbolos da realeza do faraó. Pensam os arqueólogos que a face representa o rei Kéfren e que tanto a esfinge quanto os dois templos citados foram erguidos por ordem dele. Uma imagem, também provavelmente desse faraó, foi esculpida no peito, mas pouquíssimo resta dela. Em diferentes épocas do passado, blocos pequenos ou grandes de pedra calcária foram aplicados para proteger ou revestir partes da figura, principalmente nas partes mais baixas do monumento. Acima, foto © do Canadian Museum of Civilization Corporation.

Entre as patas estendidas do leão, existe uma grande laje de granito vermelho contendo uma inscrição que registra um sonho tido por Tutmósis IV (c. 1401 a 1391 a.C.), faraó da XVIII dinastia (c. 1550 a 1307 a.C.), antes de ascender ao trono. Conta ela que certa vez, ao caçar, o príncipe resolveu descansar do forte calor do meio-dia à sombra do monumento e adormeceu. 

Na época a esfinge era idenfificada com o deus-Sol Harmakhis e este apareceu em sonho ao príncipe e lhe prometeu entregar a Coroa Dupla do Egito se o rapaz mandasse retirar a areia que havia quase que totalmente coberto o corpo da esfinge. Embora a inscrição esteja grandemente danificada em sua parte final, pode-se deduzir que Tutmósis IV realizou o que lhe foi pedido e, em recompensa, tornou-se faraó.  

A palavra egípcia que designava a esfinge era shesep-ankh, que significa imagem viva, e que os gregos traduziram erroneamente por sphigx, que significa atar, ligar, uma vez que a esfinge é composta por um elemento animal e outro humano ligados entre si. Durante a XVIII dinastia ela foi chamada de Hórus no Horizonte e Hórus da Necrópole.

Na mitologia egípcia — nos esclarece I.E.S.Edwards — o leão frequentemente figura como o guardião dos lugares sagrados. Como ou quando essa concepção surgiu primeiro não se sabe, mas provavelmente data da mais remota antiguidade. Como tantas outras crenças primitivas, foi incorporada pelos sacerdotes de Heliópolis ao seu credo solar, sendo o leão considerado como guardião dos portões do mundo subterrâneo nos horizontes leste e oeste. Na forma de esfinge, o leão retém a função de sentinela, mas lhe são dadas as características humanas do deus-Sol Atum. Uma inscrição, que data de um período consideravelmente posterior ao tempo de Kéfren, põe as seguintes palavras na boca da esfinge:

Eu protejo a capela do teu túmulo. Eu guardo tua câmara mortuária. Eu mantenho afastado os intrusos. Eu jogo os inimigos no chão e suas armas com eles. Eu expulso o perverso da capela do sepulcro. Eu destruo os teus adversários em seus esconderijos, bloqueando-os para que não possam mais sair.

Uma possível razão para a identificação das características do deus-Sol com aquelas do rei morto pode ser a crença heliopolitana de que o rei, após a sua morte, realmente torna-se o deus-Sol. A esfinge gigante representaria, assim, Kéfren como o deus-Sol atuando como guardião da necrópole de Gizé.


Câmaras Ocultas na Esfinge

Assim como a possibilidade de existirem câmaras ocultas na pirâmide de Keops instiga a mente de pesquisadores, escritores, teóricos, místicos e do público em geral, o mesmo acontece com relação ao que poderia existir por baixo, dentro ou ao redor da esfinge de Gizé. Há muito tempo se especula que devem existir túneis por sob a esfinge ligando-a com a Grande Pirâmide e com recintos nos quais estariam depositados segredos milenares.

 O indício mais antigo que se tem da existência de eventuais construções por sob a esfinge está estampado na estela que Tutmósis IV (c. 1401 a 1391 a.C.) mandou fixar na frente do monumento e que vemos acima numa foto do Canadian Museum of Civilization Corporation (CMCC). Ela conta que um dia, antes de subir ao trono, o futuro faraó, ao adormecer à sombra da esfinge depois de uma caçada, sonhou que a mesma lhe aparecia e pedia que removesse a areia que naquela época quase que a cobria inteiramente. 

O que nos interessa no momento não é essa história propriamente dita, mas os relevos feitos no granito. Neles o faraó aparece fazendo oferendas diante da esfinge que, por sua vez, se apresenta assentada sobre uma construção complexa. Tradicionalmente os arqueólogos têm dito que o palácio gravado na estela é representação do templo que existe até hoje diante da esfinge. A argumentação contra esse entendimento é o fato de que a forma do edifício representado na estela é totalmente diferente do templo da esfinge. 

Além disso, as regras de perspectivas usadas pelos artistas egípcios fariam com que eles colocassem o templo diante da esfinge, como realmente ele está situado, e não abaixo dela. Então, torna-se possível que a construção representada na estela por sob a esfinge realmente exista no sub-solo.Plínio, o naturalista romano nascido em 23 da nossa era e autor de uma História Natural composta de 37 livros, referindo-se à esfinge afirmou que os egípcios encaravam-na como uma divindade e que eram de opinião de que havia um rei enterrado dentro dela. 

No século X da nossa época, cronistas árabes afirmaram que existem portas secretas na esfinge levando a salas com tesouros incalculáveis. Mais recentemente, na primeira metade do século XX, o místico Edgar Cayce afirmou que a Grande Esfinge era a guardiã do Salão dos Arquivos, ou pelo menos sua entrada, o qual continha os registros da história e da sabedoria da civilização perdida da Atlântida, trazidos para o Egito por seus sobreviventes. Segundo ele, a esfinge e as pirâmides teriam sido erguidas não pelos egípcios, mas por essa civilização muito mais antiga, por volta de 10500 anos antes de Cristo, e as informações a respeito disso seriam um dia encontradas no subsolo daquela região. 

Poderia tudo isso ser verdadeiro?
 
Entre 1925 e 1936 foram realizadas algumas das escavações mais antigas dos tempos modernos naquele monumento, administradas pelo engenheiro francês Emile Baraize por ordem do Serviço de Antiguidades do Egito. 

Durante esse período ele foi responsável por escavações da área que circunda a esfinge e removeu a areia que cobria não apenas essa área, mas a esfinge em si. A foto ao lado mostra como andavam os trabalhos em 1930. Além disso, construiu um muro de retenção para ajudar a manter o monumento livre da areia do deserto circunvizinho. 

Retirada a areia, ele percebeu que a esfinge estava muito dilapidada, crivada de grandes rachaduras e com muitos dos blocos usados nos reparos do período faraônico fora do lugar. Foi quando realizava os consertos necessários que ele descobriu duas entradas: uma localizada na anca, bem ao norte do centro, e a outra na esquerda, ou seja, no lado norte do monumento, a meio caminho entre as patas dianteiras e traseiras. 

Essa última entrada, partindo do nível do chão, conduzia a passagens subterrâneas que na realidade eram becos sem saída. Ele registrou essas descobertas em duas centenas de fotografias e selou as entradas com blocos de pedra e cimento. Baraize também encontrou um poço profundo no topo da cabeça da esfinge. O buraco, quadrado, media aproximadamente um metro e cinquenta centímetros de lado e quase um metro e oitenta centímetros de profundidade. Talvez fosse destinado à fixação de um adorno para a cabeça da esfinge. Posteriormente todos esses achados foram praticamente esquecidos.
ESFINGE EM 1930 

O assunto ficou adormecido até os anos 70 do século XX, quando várias restaurações e algumas pesquisas adicionais foram feitas na área da esfinge. Esse trabalho continuou por dez anos, mas já durante a parte inicial do projeto um antigo operário que fizera parte da equipe de Baraize informou a existência de uma passagem na anca, ou seja, na parte posterior do monumento, assinalada na foto ao lado pela seta. 

Ela foi investigada em 1980 pelos famosos egiptólogos Mark Lehner e Zahi Hawass. Eles informaram que a passagem, com pouco mais de um metro de largura e atingindo em alguns trechos um metro e oitenta centímetros de altura, subia e descia por uma extensão de cerca de nove metros, mas não conduzia a parte alguma e nada havia dentro dela de muito interesse. 

A segunda passagem encontrada por Baraize, no flanco norte, também foi investigada, mas novamente se constatou tratar-se de um beco sem saída e sua entrada acabou sendo lacrada. Ainda havia a terceira passagem achada por Baraize na parte superior da cabeça da esfinge, a qual também foi investigada com pouco resultado. Finalmente, um poço vertical desce através do corpo da esfinge a partir do topo da cintura. Trata-se, na realidade, do alargamento de uma grande fissura natural que corre através de todo o sítio da esfinge. Antes das restaurações modernas feitas no monumento, essa fenda se abria com mais de dois metros de largura ao longo do topo das costas do animal.
A ENTRADA NA ANCA 

Em 1977 a equipe do físico Lambert Dolphin, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, realizou pesquisa usando tecnologia de medição de resistividade elétrica em frente às patas da Esfinge, como vemos na foto ao lado, ao longo de seus flancos e diagonalmente na anca à esquerda. Na figura abaixo as linhas pontuadas mostram os locais das várias medições feitas. 

Essa técnica, que era nova na época, envolve a passagem de uma corrente elétrica por eletrodos cravados na rocha. Como resultado foram observadas várias anomalias em quatro áreas. É bom esclarecer que as técnicas empregadas nesses projetos não revelam diretamente a existência de câmaras ou passagens. Elas apenas mostram anomalias. Uma anomalia é alguma coisa que foge do resultado padrão da técnica que está sendo empregada, seja ela qual for. 

A seguir essas tais anomalias devem ser interpretadas para serem consideradas construções artificiais, como câmaras e túneis, ou elementos naturais, como fissuras e cavidades da própria rocha. E mesmo nessa etapa o que existe é apenas uma interpretação dos dados e a confirmação ou não da hipótese só poderá ser obtida através de perfurações, as quais geralmente não são feitas. Atrás das patas traseiras da esfinge as pesquisas da equipe de Dolphin deram sinais de que ali pode haver um túnel alinhado no sentido que vai de noroeste, a direção da própria esfinge, para sudeste. 

Outra anomalia existe no centro do lateral sul do monumento e parece indicar a existência de um poço vertical. Há duas anomalias, também, em frente às patas dianteiras da Esfinge, sendo que uma delas sugere umacavidade ou poço que se estenderia até 10 metros de profundidade. Se tal cavidade realmente existir, estará provavelmente cheia com pedregulho. O relatório dos cientistas assim se expressa a respeito do que foi encontrado: As anomalias de resistividade que achamos ao redor da esfinge não estão suficientemente definidas para permitir quaisquer conclusões com absoluta certeza e achamos que uma pesquisa mais detalhada deveria ser realizada.

No ano seguinte, 1978, as pesquisas foram retomadas. O filho de Edgar Cayce injetou recursos financeiros no projeto e, desta vez, foram levados ao Egito equipamentos de perfuração, compressores de ar e instrumentos ópticos. Tornou-se possível perfurar e inserir câmeras de vídeo miniaturizadas para investigar qualquer anomalia. A equipe realizou uma série de medições acústicas e de resistividade ao redor da esfinge, sob ela, e na área do templo, tendo encontrado várias anomalias. 

Foram perfurados cinco buracos com quatro polegadas de diâmetro cada um, sendo que três deles no chão do templo. Um deles parecia promissor, mas quando a câmera foi introduzida tudo o que encontrou foi uma caverna natural. Os outros dois buracos foram perfurados no solo rochoso ao redor da esfinge, onde uma das anomalias maiores foi detectada perto da pata direita da figura. Tudo o que se achou, porém, foi uma rachadura pequena no leito de rocha. Dolphin afirmou: Concluímos que não há grandes câmaras, cavidades, espaços vazios ou mesmo preenchidos sob a esfinge, sob a plataforma em que ela se apóia ou sob seu templo. 

Minha impressão geral é de que toda a área da esfinge não apresenta nenhuma anomalia significativa, a não ser rachaduras secundárias aqui e ali. Eu pessoalmente penso que a questão da existência de possíveis câmaras sob a esfinge é assunto morto. Eu absolutamente não acredito que exista alguma lá.
Em setembro de 1980 engenheiros do Ministério da Irrigação do Egito mediram a profundidade do lençol freático por sob a esfinge. Para isso posicionaram seus equipamentos de perfuração no meio de um campo de futebol a leste do monumento. 

Esperavam ter que penetrar cerca de seis metros e ficaram surpresos quando as brocas entraram pela areia para além de 15 metros de profundidade, quando bateram em alguma coisa sólida. Ficou provado que se tratava de granito vermelho, do mesmo tipo que pode ser visto na antecâmara da câmara do rei da Grande Pirâmide. Esse tipo de granito não é encontrado na área de Gizé e, da mesma maneira que o granito negro que reveste a câmara do rei, tem que ser trazido de Assuão, ou seja, de uma distância de mais de 800 quilômetros. A suspeita é de que exista alguma espécie de câmara subterrânea. Os engenheiros também avaliam que o leiaute do espaço ocupado pelo granito sugere a existência de um antigo porto. Até hoje não foram executadas escavações nessa área.

Em 1987, uma expedição japonesa dirigida por Sakuji Yoshimura revelou a existência de quatro cavidades sob a esfinge. Radares eletromagnéticos localizaram duas cavidades com quatro metros de comprimento por dois de largura de ambos os lados do monumento, provavelmente ligadas entre si formando um túnel orientado na direção norte/sul. Uma terceira cavidade com um metro e meio de comprimento, um metro de largura e sete metros de profundidade existiria na altura da espádua direita e seu fundo seria constituído de um material mais duro que o calcário, talvez um metal. 

Uma última cavidade, menor, com cerca de três metros por um metro e cinquenta centímetros, se encontra sob as patas da esfinge e poderia conter qualquer coisa semelhante a um sarcófago. Segundo a interpretação de vários arqueólogos, as duas primeiras cavidades mencionadas situam-se no local em que existe uma fissura muito grande que corre ao longo de todo o corpo da esfinge. Ela se abre tanto no topo da cintura do animal que uma pessoa pode ser baixada por ela até atingir o nível do solo.
MEDIÇÕES DE RESISTIVIDADE 

Entre 1991 e 1993, John Anthony West, egiptólogo independente que acredita que a esfinge foi construída muitos séculos antes do que se pensa, o geólogo Robert M. Schoch, professor na Universidade de Boston e Thomas Dobecki, um geofísico texano, fizeram pesquisas no local usando técnicas sismográficas. 

Eles estavam em busca de evidências de erosão provocada na esfinge em virtude de aguaceiros e acreditam que as encontraram. Tal tipo de erosão indicaria que o monumento teria sido construído durante ou antes das chuvas que marcaram a transição da África setentrional da última Idade do Gelo para o atual regime árido, uma transição que ocorreu entre 10000 e 5000 anos antes de Cristo. 

Detectando eventuais estragos provocados pela infiltração de água de chuvas torrenciais na estrutura do monumento e em suas circunvizinhanças e avaliando a antiguidade de tais estragos, seria possível determinar a antiguidade do monumento em si. De acordo com West e Schoch, os dados recolhidos mostram que a esfinge não foi esculpida na época de Kéfren (c. 2520 a 2494 a.C.), mas apenas reparada e revestida de granito naquele período; agora, quem a construiu e quando ainda continua sendo uma questão em aberto. 

Os pesquisadores também acharam claras evidências de que, escondida na rocha a uns seis metros de profundidade, existiria uma cavidade subterrânea em frente da pata dianteira direita, em formato retangular, se estendendo por 12 metros de comprimento e nove de largura e tendo cinco metros de altura. A própria forma retangular, segundo eles, afasta a hipótese de se tratar de cavidade natural e enquanto Dobecki acha que ela parece ter sido construída pelo homem, West está convencido de que, em princípio, esse espaço pode ser o Salão dos Arquivos ao qual Cayce se referiu. Em 1993 as pesquisas desse grupo foram interrompidas, pois as autoridades egípcias não permitiram sua continuidade. Acima, Foto © Canadian Museum of Civilization Corporation.

Em abril de 1996, as autoridades egípcias concederam licença para que uma nova equipe, financiada pela Schor Foundation de Nova York e com apoio acadêmico da Universidade Estadual da Flórida, levasse a cabo uma pesquisa com sismógrafos e radares ao redor da esfinge e em outras áreas do planalto de Gizé. A instituição novaiorquina é capitaneada pelo Dr. Joseph Schor, importante sócio da Edgar Cayce Foundation, uma entidade que mantém vivas as idéias de Cayce. O objetivo oficial das pesquisas era o de ajudar na preservação e restauração das pirâmides e da esfinge. 

O subsolo do planalto de Gizé foi vasculhado na busca de falhas e brechas que pudessem entrar em colapso e, assim, por em risco a estabilidade de toda a região. Criou-se uma grande controvércia na ocasião, porque Schor e o Dr. Joseph Jahoda, outro dos responsáveis pelos trabalhos, afirmaram que teriam sido localizadas câmaras e túneis na frente e na parte traseira da esfinge. O radar detectou o que parecia ser um túnel com aproximadamente dois metros de largura e a uns três metros abaixo da superfície. 

Ele emergiria da cauda da esfinge, direcionando-se para ocidente, passando por sob a calçada da pirâmide de Kéfren e indo em direção a esse monumento. Também afirmaram que haviam detectado uma grande cavidade construída pelo homem sob as patas da esfinge. Ela teria paredes paralelas, cerca de 12 metros de comprimento por sete de largura e se localizaria a 10 metros de profundidade, exatamente no lugar que Edgar Cayce havia indicado. O radar apontou ainda a existência de um provável túnel que, a partir dessa cavidade, se dirige para cima, interrompendo-se a pouco menos de dois metros da superfície.

Em fevereiro de 1997, outro pesquisador, Boris Said, um produtor de documentários cinematográficos sobre o planalto de Gizé, entrou em um poço já conhecido existente por sob a calçada que ligava o templo do vale ao templo mortuário da pirâmide de Kéfren e, em seu interior, topou com a tampa de um sarcófago presa ao solo. Como alguns textos antigos se referem ao uso desse material para esconder a entrada de algum túnel ou câmara secreta, ele decidiu investigar melhor. Usando os equipamentos de Thomas Dobecki, encontrou anomalias que pareciam indicar a existência de um novo túnel nesse local, ou seja, na área que fica atrás da esfinge. 

A cobertura, que na realidade seria a tampa do sarcófago, teria, aproximadamente, 45 centímetros de espessura e cerca de dois metros e meio abaixo dela haveria um espaço de dois metros e meio de largura, com teto abobadado e inclinação descendente de 25 graus na direção da esfinge. Assim, não estaria afastada a hipótese de que o túnel que sai da cauda da esfinge descoberto por Schor e este, pudessem se encontrar em algum ponto do caminho.
Os trabalhos da equipe do Dr. Schor prosseguiram em novembro de 1997, em fevereiro de 1998 e em setembro desse mesmo ano. Nessa última vez eles foram autorizados a perfurar um pequeno buraco para provar a existência de um eventual túnel no lado leste da Grande Pirâmide. 

Se isso provasse a existência do túnel, confirmando as leituras do radar, as autoridades egípcias permitiriam uma perfuração na esfinge. O pesquisador das pirâmides e escritor Robert G. Bauval visitou o Dr. Schor, em outubro de 1998, para conhecer o resultado do trabalho e os futuros planos da Schor Foundation. Conforme relatou do encontro, o entrevistado estava bastante limitado naquilo que podia tornar público em função do contrato firmado com as autoridades egípcias. Mesmo assim foi possível revelar que a perfuração não obteve sucesso. Apesar disso, Schor acreditava firmemente que as pesquisas feitas pelo radar ao redor da esfinge confirmavam a existência de uma rede subterrânea de túneis e câmaras.
SALÕES NO SUB-SOLO? 

Embora em 1999 tenha sido anunciada que seria concedida uma nova licença para a continuação das investigações, isso não ocorreu. O que ocorreu, em 1999, foi que o Dr. Zahi Hawass, o mais importante arqueólogo do Egito, responsável pela supervisão e controle de todas as escavações naquele país, anunciou a descoberta do que foi chamado de uma simbólica Tumba de Osiris, cuja entrada vemos na foto ao lado. 

Os blocos de pedra calcária vistos acima da entrada formam a lateral da calçada que ligava o templo do vale ao templo mortuário da pirâmide de Kéfren. Um programa de TV, levado ao ar no dia 02 de março daquele ano, revelou que, cerca de um ano antes, o Dr. Hawass havia descoberto uma câmara subterrânea no fundo de um longo poço situado não muito distante da esfinge. O poço era, na realidade, o mesmo que havia sido visitado por Boris Said, mas que agora havia sido explorado em maior profundidade. 

Ele desce até uma sala retangular em cujo lado oriental existe outro poço. Esse segundo poço desce até outra câmara que, por sua vez, tem um terceiro poço em seu lado leste que leva a uma salão com colunas, cheio de água.
O historiador Heródoto, comentando sobre os arredores da pirâmide de Kéops, fala de construções subterrâneas destinadas a servir de sepultura e realizadas numa ilha cortada por um canal e formada pelas águas do Nilo. 

O Dr. Hawass acha que Heródoto se referia àquela terceira câmara mais profunda, mas não acha que tenha sido o túmulo de Kéops. No segundo nível foi encontrada uma câmara sepulcral e mais seis salas laterais cavadas na rocha. Aí foram achados dois sarcófagos de granito vermelho, cerâmica, datada de 500 a.C., e ossos. Embora vários pontos tenham ficados obscuros no programa de TV, o que é bastante comum nesses casos, o fato é que as câmaras estão lá. 

Os autores do polêmico livro "Giza: The Truth" (Gizé: A Verdade), Chris Ogilvie-Herald e Ian Lawton, afirmaram queembora essa seja uma câmara incomum e talvez única, não há passagens secretas indo na direção das pirâmides, da esfinge ou de cidades subterrâneas.
O mistério continua, mas as pesquisas não param. Que surpresas o futuro nos reservará? Afinal, existirão ou não câmaras ocultas nas pirâmides e na esfinge?